sábado, 25 de julho de 2020
Destaques galegos no padroeiro
A Raposa Preppie oferece nesse dia do padroeiro da Espanha e da Galicia (São Tiago Maior) dois livros infanto-juvenis da série Merlin da editora Xerais com sua devida sinopse para o público brasileiro conhece-las.
sexta-feira, 24 de julho de 2020
Censura de livros baseado nos impostos
Do blog de Anselmo Gois:
Paulo Guedes é um intelectual capaz, como ele disse certa vez, de ler o britânico Keynes (1883-1946) “três vezes no original”. Mas, na sua proposta de reforma tributária, decidiu taxar a comercialização de livros em 12%, no lugar do PIS/Cofins.
Só que uma lei de 2003 deixa claro que as receitas com as vendas no mercado interno de livros não pagam estes dois tributos.
Em tempo... O Brasil deve ser o único país do mundo onde a Cultura é vista pelo governo, talvez, como uma coisa menor — ou até mesmo ruim.
Paulo Guedes é um intelectual capaz, como ele disse certa vez, de ler o britânico Keynes (1883-1946) “três vezes no original”. Mas, na sua proposta de reforma tributária, decidiu taxar a comercialização de livros em 12%, no lugar do PIS/Cofins.
Só que uma lei de 2003 deixa claro que as receitas com as vendas no mercado interno de livros não pagam estes dois tributos.
Em tempo... O Brasil deve ser o único país do mundo onde a Cultura é vista pelo governo, talvez, como uma coisa menor — ou até mesmo ruim.
Sextou humor
Se possível o blog A Raposa Preppie apresentará todas as sextas-feiras a seção Sextou humor sempre com frases ou poesias engraçadas... vamos a elas.
Hoje acordei com essa poesia na cabeça: E ela vem Sacolejando a raba na frente do seu neném Quer botadona braba? Isso eu vou te dar também Só botadona, meu bem, só botadona, meu bem
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| A raba. |
Hoje acordei com essa poesia na cabeça: E ela vem Sacolejando a raba na frente do seu neném Quer botadona braba? Isso eu vou te dar também Só botadona, meu bem, só botadona, meu bem
domingo, 19 de julho de 2020
Destaques da Pinguin Company
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| Livros da Pinguin Company |
"Sobre os continentes amarelos e verdes que emergiam dos mares tinham eles inscrito nomes mágicos: América, Terra Florida, Terra do Brasil."
O que eu esperava: o "Orlando" da Virginia Woolf O que eu encontrei: a Nicole Warren de "Suave é a noite" do Fitzgerald E ainda não sei se estou gostando ou não do livro...
"Nasci na Itália, a 17 de maio de 1279, num palácio da cidade de Carmona. Minha mãe morreu logo após o meu nascimento."
O que eu esperava: na página 89 começa a parte "orlando" da trama! E é bem mais interessante do que o inicio "suave é a noite".
sábado, 18 de julho de 2020
Destaques literários de julho '20
Aqui publicamos dois livros que foram tema de indicações pela Folha de São Paulo sobre temas a ler durante a quarentena. A Raposa Preppie aproveita e indica a seus leitores com suas respectivas resenhos na Amazon:
Você já imaginou ser capaz de atravessar portais do espaço-tempo, fendas
que abrem possibilidades de múltiplos futuros? Movendo-se mais rápido
que a velocidade da luz para universos paralelos, este livro o levará
até o futuro e também ao passado, experimentando fatos históricos e a
relatividade do tempo cronológico. A história começa em uma cidade do
Brasil, mas poderia ocorrer em qualquer outro lugar do mundo. Todos os
jovens do local acordam infectados com uma misteriosa doença: perderam a
capacidade de imaginar, de ter desejos, de criar e de acreditar em si
mesmos. Já pensou? Não conseguem mais enfrentar frustrações. Conseguirão
sobreviver e recuperar a imaginação e a criatividade, na busca de
ultrapassar os limites da condição humana?
Pequena aldeia no Alentejo, interior de Portugal, Galveias é onde nasceu José Luís Peixoto. A partir de suas memórias de infância, o autor constrói neste romance o universo de um lugarejo quase parado no tempo, que subitamente se vê diante de um imenso mistério. Com grandes histórias e um elenco de personagens admiráveis, ele traça um retrato da vida rural portuguesa no início dos anos 1980, que vivia então um embate entre a tradição e a inevitável chegada da modernidade, em um momento economicamente difícil para o país. Um livro essencial para compreender a identidade lusitana no mundo contemporâneo. “Peixoto tem uma extraordinária forma de interpretar o mundo, expressa pelas suas escolhas certeiras de linguagem e de imagens.” - Times Literary Supplement
Você já imaginou ser capaz de atravessar portais do espaço-tempo, fendas
que abrem possibilidades de múltiplos futuros? Movendo-se mais rápido
que a velocidade da luz para universos paralelos, este livro o levará
até o futuro e também ao passado, experimentando fatos históricos e a
relatividade do tempo cronológico. A história começa em uma cidade do
Brasil, mas poderia ocorrer em qualquer outro lugar do mundo. Todos os
jovens do local acordam infectados com uma misteriosa doença: perderam a
capacidade de imaginar, de ter desejos, de criar e de acreditar em si
mesmos. Já pensou? Não conseguem mais enfrentar frustrações. Conseguirão
sobreviver e recuperar a imaginação e a criatividade, na busca de
ultrapassar os limites da condição humana?Pequena aldeia no Alentejo, interior de Portugal, Galveias é onde nasceu José Luís Peixoto. A partir de suas memórias de infância, o autor constrói neste romance o universo de um lugarejo quase parado no tempo, que subitamente se vê diante de um imenso mistério. Com grandes histórias e um elenco de personagens admiráveis, ele traça um retrato da vida rural portuguesa no início dos anos 1980, que vivia então um embate entre a tradição e a inevitável chegada da modernidade, em um momento economicamente difícil para o país. Um livro essencial para compreender a identidade lusitana no mundo contemporâneo. “Peixoto tem uma extraordinária forma de interpretar o mundo, expressa pelas suas escolhas certeiras de linguagem e de imagens.” - Times Literary Supplement
domingo, 12 de julho de 2020
Resposta a um "escritor"
Aqui deixo uma resposta ao filosofo Henry Bugalho sobre uma questão que apareceu em sua conta no youtube e explecita de que maneira a nossa educação no geral é má administrada:
Minha resposta:
Assim nos parece fácil percebermos qual é o problema com a educação de uma maneira geral, como os governantes, desde a ditadura, tem o hábito da não valorização dos profissionais de ensino, na eliminação das matérias que ensinam o nosso senso crítico e até o nosso caráter e as tentativas de doutrinação de correntes de esquerda/direita que submetem estudantes para uma completa dominação onde as pessoas só terão um objetivo na vida pós-pandemia: em obedecer e consumir. Deixo aqui a minha crítica.
Sério, tem uma coisa que preciso desabafar. Tem gente que, ao se referir a mim, diz que sou "escritor".
Já escrevi mais de 26 livros, 4 publicados por editoras comeciais, 1 deles em inglês por uma editora nos EUA, contos publicados em revistas brasileiras e americanas, contos finalistas em concursos literários, um dos meus livros vendeu mais de 50 mil exemplares e foi matéria de inúmeras reportagens, já organizei oficinas e cursos de escrita criativa, meus textos já foram citados em trabalhos acadêmicos, já vivi exclusivamente da venda dos meus livros por alguns anos, poucas semanas atrás um dos meus livros estava na segunda posição dos mais vendidos da Amazon, e atualmente escrevo para uma importante publicação brasileira.
O que me incomoda não é o fato de alguém desconfiar que eu seja escritor depois de quase 20 anos de carreira.
O que incomoda é a tática de destruição de reputação para algo tão ridículo que uma simples busca no google já desmontra que é falso.
E falo isto porque muita gente não compreende porque seus parentes estão agora acreditando em curas milagrosas para o COVID propagadas nos Whatsapp.
As pessoas não se importam com a verdade, ou simplesmente querem ser enganadas. Se elas são capazes de negar fatos facilmente verificáveis, imagina quando falamos de outros assuntos que estão mais na esfera da interpretação. É isso. (Henry Bugalho)
Minha resposta:
Isso é resultado do pouco de investimento ou o plano claro de destruição na educação com o viés ideológico de manter a sociedade como está, controlada, como um gado em si. Percebi isso nos nos 90 ao começar a estudar para os vestibulares. O que se aprende numa escola particular mesmo na capital não serve pra nada nem mesmo para vestibulares. O ensino é desencorajado, os professores são mal pagos e mal tratados. E o ensino público é ainda pior, nenhuma valorização. Para quem sai das universidades, hoje em dia, é uma formação sem base com formandos sem ou falta de cultura acadêmica e quando se tenta argumentar um assunto é sempre mal interpretado ou até desrespeitado.
Com tudo isso, é natural que as pessoas se acostumem com a linguagem de memes, uso de redes alternativas como whatsapp, até mesmo nas redes sociais serem aprisionadas pelas elites que querem aprisionar os tais "brasileiros médios". Isso tudo é orquestrado desde a ditadura. Eliminaram o latim, a filosofia, a sociologia e, nem o resto do currículo é compensado pois as matérias restantes acabam sendo redundantes ou entram com a desculpa de que devia se ensinar o que apenas serve ao mercado de trabalho. Ou seja, querem apenas formar robôs obedientes sem pensamento crítico e é aí que entra na conversa absurdos como "escola sem partido", "ideologia de gênero" ou até mesmo o tal marxismo/olavismo cultural que não serve para nada no ensino médio e universitário. Querem apenas preencher visões estapafúrdias para controlar a sociedade através das redes sociais, dos memes e dos fakes news.
Parece fácil para um brasileiro médio quando se depara com alguém que a primeira vista encontra um filosofo como você, Henry, o encare como apenas um escritor.
Assim nos parece fácil percebermos qual é o problema com a educação de uma maneira geral, como os governantes, desde a ditadura, tem o hábito da não valorização dos profissionais de ensino, na eliminação das matérias que ensinam o nosso senso crítico e até o nosso caráter e as tentativas de doutrinação de correntes de esquerda/direita que submetem estudantes para uma completa dominação onde as pessoas só terão um objetivo na vida pós-pandemia: em obedecer e consumir. Deixo aqui a minha crítica.
quarta-feira, 8 de julho de 2020
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