Os europeus ainda usavam pergaminho e compravam papel a um custo elevado quando, em 1250, a tecnologia chegava à Itália através dos egípcios. A Peste Negra devastou a indústria do papel no Egito e, em 1338, monges franceses começam a fabricar seu próprio papel. Os europeus empregam moinhos movidos a água, o que tornou a fabricação bem mais barata.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024
segunda-feira, 6 de novembro de 2023
Raposas no Muro das Lamentações
Queridos, é com pesar que estive por algum tempo afastado do blog devido a um AVC hemorrágico ainda em fevereiro. Apesar de ter ficado afastado foi devido a minha convalescência desde então e ainda assim só pude fazer duas postagens desde então (uma em março e outra em maio).
Além disso, tive tão pouco contato com as coisas que não me apareceram assuntos referentes para postar no blog. Bom, explicado meu afastamento vamos aos assuntos que lhe interessam.
... nos últimos dias aparenta ter surgido mais um sinal de um fenômenos ligado a esse tema. Raposas no Muro das Lamentações. Soube desse tipo de profecia num comentário de um rabino no podcast do Villela e fui averiguar e parece que o caso aconteceu em 2019, mas se repetiu alguns meses atrás. Tem sim uma passagem em Lamentações 5:18, e os links da notícia encontrei em sites ligados a igrejas evangélicas e comunidades israelitas.
https://www.facebook.com/watch/?v=1316509925189347
https://www.tiktok.com/@israel_em_portugues/video/7260605050513280263
Transcrição da página Mashiach e a Tradição Judaica
terça-feira, 2 de maio de 2023
Curiosidades papais
Leão XIII (Vincenzo Gioacchino Pecci (1810-1903), papa de 1878 a 1903, recebendo os últimos ritos em seu leito de morte. De "Le Petit Journal", Paris, semanário francês, 19 de julho de 1903. (Foto: Photo12/Universal Grupo de imagens via Getty Images)
terça-feira, 14 de março de 2023
E agora, José?
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
Um comentário sobre "A Tabuada da Bruxa"
Editado como livro infantil, esse pequeno poema com números de um a dez pode não ter, traduzido, a força que tem, a meu ver, no original em alemão:
Não é bem essa bruxinha!
"Du mußt verstehn!
Aus Eins mach’ Zehn,
Und Zwei laß gehn,
Und Drei mach’ gleich,
So bist Du reich.
Verlier’ die Vier!
Aus Fünf und Sechs,
So sagt die Hex’,
Mach’ Sieben und Acht,
So ist’s vollbracht:
Und Neun ist Eins,
Und Zehn ist keins.
Das ist das Hexen-Einmal-Eins!"
Tradução de poesia sempre é difícil. Mas atenção: temos um grande autor da literatura universal, um ilustrador alemão, Wolf Erlbruch, que também é autor infantil, uma importante tradutora brasileira, e uma edição impecável de uma importante editora que revolucionou o mercado editorial brasileiro, a Cosac Naify (que, infelizmente, anunciou seu fim em 2015). E ainda, um poema retirado de uma grande obra, o "Fausto". Ingredientes para fazer do livrinho uma pequena obra prima, que pode servir também de apresentação a Goethe.
Algumas obras de Wolf Erlbruch:
1. A grande questão2. O pato, a morte e a tulipa
3. A tabuada da bruxa
4. A criação
segunda-feira, 1 de agosto de 2022
Homenagem d'A Raposa Preppie ao Dia Nacional do Cordel
Dedicaremos o dia de hoje com uma publicação do cordel em homenagem a Biblioteca Comunitária da Prainha. Este é um pequeno cordel publicado pelo Cordelsign, um projeto da ESDI/UERJ em colaboração com a dita biblioteca, localizada no Beco João Inácio, número 11, Saúde.
Cordel da Biblioteca Comunitária da Prainha
Comecemos pelo prefácioEra uma vez um menino, o João Inácio
quarta-feira, 20 de julho de 2022
A tabuada da bruxa

A tabuada da Bruxa, por Wolf Erlbruch.
Para acompanhar o intrigante texto de j. W. Goethe, W. Erlbruch criou um universo mágico e enigmático por meio de imagens. Em sua obra-prima - o texto Fausto, uma tragédia -, o autor alemão Johann Wolfgang von Goethe propõe uma cena inusitada: em uma cozinha, a bruxa prepara um elixir da juventude para o herói.
E na feitura da poção entoa uma tabuada sem pé nem cabeça, uma forma divertida - e um tanto maluca - de se apresentar os números. Vários especialistas se ocuparam em esclarecer o poemeto, e as tentativas foram em vão. Mas, o próprio autor sugere que a mera tentativa em decifrá-lo acabaria com a magia.Depois de 150 anos, o ilustrador Wolf Erlbruch - vencedor do prêmio Hans Christian Andersen 2006 - teve uma ideia para lá de original. Contar, à sua maneira, esta tabuada às avessas. Por meio da ilustração, criou para cada verso uma historieta, uma leitura livre e lúdica da obra.
Em suas mágicas ilustrações, as crianças podem encontrar personagens inusitados e estranhos lugares, objetos variados e misturados da esquerda para a direita, de cima para baixo, torcidos e transformados em ação e perspectiva". à tradução imagética deste nonsense, alia-se a meticulosa tradução de Jenny Klabin Segall a este clássico da literatura, agora em versão infantil.
domingo, 17 de julho de 2022
Oração para o Jesus das Ruas (O Jesus dos excluídos)
era peregrino, e me acolheste;
nu, e me vestistes;
enfermo, e me visitastes;
estiva na prisão e viestes a mim.
Perguntar-lhe-ão os justos:
'Senhor, quando foi que te vimos com fome,
e te demos de comer?
Com sede e te demos de beber?
Quando foi que te vimos peregrino,
e te acolhemos;
nu, e te vestimos?
Quando foi que te vimos enfermo,
ou na prisão, e te fomos visitar?'
Responderá o Rei:
'Em verdade vos declaro: todas as vezes que
fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos,
foi a mim mesmo que o fizestes.'"
Mt 25, 35-40
domingo, 10 de julho de 2022
Bom Domingo!
DOMINGO
Todo domingo é assim
domingo, 26 de junho de 2022
Mozart assassinado
“O que me atormenta, as sopas populares não remediam. O que me atormenta não são essas faces escavadas nem essa feiúra. É um pouco, em cada um desses homens, Mozart assassinado”
Saint Exupéry
Em “Terra dos homens”, o autor faz uma condenação humanística sobre as desigualdades sociais e o abandono da alma humana pelas políticas sociais na Europa de sua época. Ao falar da filosofia do jardineiro, chega à conclusão que há jardineiros para fazer belos jardins, mas “não há jardineiros para os homens”.
segunda-feira, 20 de junho de 2022
Poema de junho '22
domingo, 8 de maio de 2022
Resenha das obras de C. S. Lewis
O romance atemporal sobre uma viagem de ônibus do Inferno para o Céu.
"Em O grande divórcio, C. S. Lewis novamente emprega seu formidável talento para fábulas e alegorias. O escritor se encontra no Inferno embarcando em um ônibus com destino ao Paraíso. A incrível oportunidade é que, quem quiser ficar no Céu, fica. Este é o ponto de partida para uma meditação extraordinária sobre o bem e o mal, a graça e o julgamento. A ideia revolucionária de Lewis é a descoberta de que os portões do Inferno estão trancados por dentro. Nas próprias palavras de Lewis, "Se insistirmos em manter o Inferno (ou mesmo a terra), não veremos o Céu: se aceitarmos o Céu, não seremos capazes de reter nem mesmo as menores e mais íntimas lembranças do Inferno."
"Eu li Lewis para conforto e prazer muitos anos atrás, e uma olhada nos livros reaviva minha antiga admiração." - John Updike
"Se sagacidade e sabedoria, estilo e erudição são requisitos para passar pelos portões de pérolas, o Sr. Lewis estará entre os anjos." - The New Yorker
"C. S. Lewis é o persuasor ideal para os que estão em dúvida, para o homem bom que gostaria de ser um cristão, mas percebe seu intelecto atrapalhando. " - New York Time Book Review
"Lewis, talvez mais do que qualquer outro escritor do século xx, forçou aqueles que o ouviam e liam suas obras a confrontarem suas próprias pressuposições filosóficas. " - Los Angeles Times.
Escrito após a trágica morte de sua esposa como uma forma de sobreviver aos momentos insanos do meio da noite, A anatomia de um luto é a reflexão honesta de C. S. Lewis sobre as questões fundamentais da vida, morte e fé em meio à perda. Esta obra contém as reflexões precisas e genuínas de Lewis sobre aquele período: Nada menos demoverá um homem? ou pelo menos um homem como eu? de seu pensamento meramente verbal e de suas crenças meramente nocionais. Ele tem de ser nocauteado antes de cair em si. Apenas a tortura revelará a verdade. Somente sob tortura ele mesmo a descobre. Este é um registro belo e inflexivelmente honesto de como até mesmo um crente firme pode perder todo o senso de significado no universo, e de como ele pode gradualmente se recompor.
Surpreendente e profético, A abolição do homem é um dos livros mais debatidos de C.S. Lewis. Nas poucas, porém densas páginas desta obra, o célebre autor britânico defende a moralidade absoluta e os valores universais, como o altruísmo, a caridade e o amor, além de expor as consequências da falta desses princípios na sociedade. Criticando os argumentos dos relativistas, a obra – agora em nova edição – alerta para os perigos de questionar os valores morais objetivos, comuns a todos, sem os quais os seres humanos correm o risco de perder a humanidade. Com bases sólidas e profundas, Lewis mostra que a tentativa de abolir a moralidade equivale, no fim, a abolir o próprio homem, e convida os leitores a não se render à tendência relativista que permeia a sociedade contemporânea.
Sobre C. S. Lewis
Clive Staples Lewis (1898-1963) foi um dos gigantes intelectuais do século XX e provavelmente o escritor mais influente de seu tempo. Era professor e tutor de Literatura Inglesa na Universidade de Oxford até 1954, quando foi unanimemente eleito para a cadeira de Inglês Medieval e Renascentista na Universidade de Cambridge, posição que manteve até a aposentadoria. Lewis escreveu mais de 30 livros que lhe permitiram alcançar um vasto público, e suas obras continuam a atrair milhares de novos leitores a cada ano.
quinta-feira, 5 de maio de 2022
Sobre o Cristo crucificado, por São Tomás de Aquino
sábado, 30 de abril de 2022
A Chacrinha do Imperador e o estádio do Vasco da Gama
Acima, a imagem do quadro, guardado no Centro de Memória do Vasco da Gama, uma das únicas imagens de como era o terreno conhecido como Chacrinha do Imperador, onde foi contruído o estádio de São Januário. Abaixo, o estádio ainda em construção, sendo inaugurado no dia 21 de abril de 1927 com o jogo entre Vasco e Santos.
Houve uma grande solenidade no local antes do confronto, com a presença de autoridades da época. Os refletores só foram inaugurados cerca de um ano depois.
sábado, 2 de abril de 2022
Nada acontece duas vezes
nenhum inverno nem verão.
Nem um dia se repete,
Hoje que estamos juntos,
Sorridentes, abraçados
terça-feira, 29 de março de 2022
Biografias de don Isaac Abravanel
Don Isaac Abravanel (1437-1508) foi um dos grandes inventores da modernidade judaica. Um comerciante, banqueiro e financista da corte, um estudioso versado em escritos judaicos e cristãos, um pregador e exegeta, um ator político proeminente em comitivas reais e comunidades judaicas, Abravanel foi um dos maiores líderes e pensadores do judaísmo ibérico no rescaldo da expulsão de 1492. Este livro, a primeira nova biografia intelectual de Abravanel em vinte anos, descreve sua vida em três ambientes culturais - Portugal, Castela e Itália pós-expulsão - e analisa suas principais realizações literárias em cada período. Abravanel era um tradicionalista com ideias inovadoras, um homem com um pé na Idade Média e outro no Renascimento. Estudioso erudito, autor de uma obra exegética monumental que ainda hoje se estuda, e ávido colecionador de livros, foi uma figura de transição, definida por uma época de contradições. No entanto, são essas mesmas contradições que o tornam uma personalidade tão importante para a compreensão do alvorecer da modernidade judaica.
Esse livro só existe em inglês.
A origem aristocrática de Silvio Santos
Você sabia que Sílvio Santos é o nome artístico de Senor Abravanel, filho de um casal de imigrantes sefarditas otomanos. A família Abravanel é um dos mais antigos e destacados clãs judeus e já constava como uma das famílias mais importantes da Península Ibérica desde a Baixa Idade Média.
Sílvio Santos é decaneto de Isaac Abravanel — o mais célebre patriarca da família, que alegava descender do bíblico Rei Davi. Estadista e fnancista, Isaac prestou serviços à coroa portuguesa e ajudou a financiar as Grandes Navegações e a colonização das Américas.
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| Placa em homenagem a Isaac Abravanel |
Perseguidos após a promulgação do Decreto de Alhambra, os Abravanel se espalharam pelo mundo, mas o peso da origem nobre do sobrenome os acompanharia. Em Tessalônica, o sobrenome virou parte um adágio ladino indicativo de status: "basta dizer que meu nome é Abravanel".
Sílvio Santos, entretanto, julgaria mais prudente escamotear a origem aristocrática da família sob um nome artístico popular - estratégia condizente com o mito do "self-made man", o homem humilde que perseverou e enriqueceu através do trabalho.
domingo, 20 de março de 2022
Conheçamos o nosso Cabo Bojador e atravessá-lo-emos
sábado, 26 de fevereiro de 2022
Curiosidades sobre o rococó
O Rococó foi um movimento artístico, surgiu na França no século XVIII, se estendendo até meados de 1789, ano em que houve a Revolução Francesa. Abrangia vários segmentos como a música, arquitetura, escultura e pintura. Também esteve presente no vestuário, onde eram comuns entre os homens, calças até o joelho com meias brancas por baixo, além do uso de colete e casaca, já as mulheres usavam vestidos com grande volume lateral. Era frequente também o uso de bordados, renda e laços, além de perucas.


















