domingo, 10 de março de 2013
Destaques de Março/13
Em nota isenta, apesar deste blog não ter nenhuma relação com o Vasco da Gama, não podemos deixar passar em branco e de não inclui como destaque o décimo livro da coleção Ídolos imortais. Escrito pelos jornalistas Claudio Nogueira e Rodrigo Taves contam as histórias dos maiores craques do clube da colina, de Ademir, Barbosa Danilo Alvim a Romário, Edmundo e Juninho. Com cerca de 60 fotos é uma obra imperdível para qualquer amante do bom futebol.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Destaque de dezembro 2012
A raposa preppie tem dois destaques para este mês de dezembro em matéria de livros infantis. Boas dicas para alegrar a criaçada:

- Memórias de um cabo de vassoura: relançamento da Global após 40 anos do lançamento desta bela obra de Orígenes Lessa.
- A vida íntima de Laura: Está entre as obras que chegam às livrarias está a reedição deste livro de Clarisse Lispector ilustrado por Odilon Moraes.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Vida e Obras de Castelao (en galego)
Alfonso Daniel Manuel
Rodríguez Castelao, nado en Rianxo o
30 de xaneiro de 1886 e finado no exilio, en Bos Aires (Arxentina), o 7 de xaneiro de 1950, está considerado o Pai do nacionalismo
galego. Castelao foi un intelectual comprometido coa terra e co país. Na
súa persoa reuníanse as facetas de narrador, ensaísta, dramaturgo, debuxante e político galego, chegando a ser a figura
máis importante da cultura galega do século XX. Ademais, estudou medicina, pero confesaba: "Fíxenme médico por amor
ao meu pai; non exerzo a profesión por amor á humanidade".
Os amores de anciáns e rapazas, un tema popular para unha farsa de gran
influencia no teatro galego.
Preparada por Manuel Rosales, Os vellos non deben de namorarse é unha excelente mostra das ideas e das capacidades teatrais de Castelao, que logrou plasmar nesta peza un mundo escénico no que a tradición popular galega avivece en contacto coas tendencias renovadoras do teatro europeo. Pedra angular da literatura dramática galega, a popularidade desta fermosa obra non deixou de medrar desde a súa estrea en Bos Aires no ano 1941. Chega esta versión dentro da Edición do cincuentenario, ilustrada coas láminas en branco e negro e en cor elaboradas polo propio Castelao.
Sempre en Galiza:
Símbolo da cultura e do país galego, Sempre en Galiza representa os anceios dunha nación que se quere situar a carón doutras culturas e en igualdade co resto dos pobos.
No ano 1944 publicábase en Bos Aires a primeira edición de Sempre en Galiza. O libro que mellor condensa a historia e as esperanzas de toda unha nación vía a luz no exilio hai agora sesenta anos. A obra de Castelao é unha colección de ensaios nos que a historia, a cultura, os problemas e a identidade de todo un país abrollan proxectándose cara ao futuro. Desde a súa publicación, o libro no que se recolle o pensamento de Castelao continúa a estar vixente para toda a sociedade galega precisamente pola forza das súas conviccións, a valentía para expresalas e a gran capacidade do autor para transmitir as ideas.
- Libros
- Retrincos. Un ollo de vidro:
- Prosa estilizada e sensible nalgunhas das pezas máis significativas da narrativa galega.
- Os vellos non deben de namorarse:
Os amores de anciáns e rapazas, un tema popular para unha farsa de gran
influencia no teatro galego. Preparada por Manuel Rosales, Os vellos non deben de namorarse é unha excelente mostra das ideas e das capacidades teatrais de Castelao, que logrou plasmar nesta peza un mundo escénico no que a tradición popular galega avivece en contacto coas tendencias renovadoras do teatro europeo. Pedra angular da literatura dramática galega, a popularidade desta fermosa obra non deixou de medrar desde a súa estrea en Bos Aires no ano 1941. Chega esta versión dentro da Edición do cincuentenario, ilustrada coas láminas en branco e negro e en cor elaboradas polo propio Castelao.
Sempre en Galiza:
Símbolo da cultura e do país galego, Sempre en Galiza representa os anceios dunha nación que se quere situar a carón doutras culturas e en igualdade co resto dos pobos.
No ano 1944 publicábase en Bos Aires a primeira edición de Sempre en Galiza. O libro que mellor condensa a historia e as esperanzas de toda unha nación vía a luz no exilio hai agora sesenta anos. A obra de Castelao é unha colección de ensaios nos que a historia, a cultura, os problemas e a identidade de todo un país abrollan proxectándose cara ao futuro. Desde a súa publicación, o libro no que se recolle o pensamento de Castelao continúa a estar vixente para toda a sociedade galega precisamente pola forza das súas conviccións, a valentía para expresalas e a gran capacidade do autor para transmitir as ideas.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Algumas frases de Millôr Fernandes sobre o futebol
Recentemente falecido neste ano Milllôr Fernandes nos deixa uma pequena coletânea de frases:
Saúde:
Há os que são Flamengo doente. Eu sou Fluminense saudável.Ácido:
O futebol é um ópio do povo e o narcotráfico da mídia.Sinceridade:
Ninguém joga futebol tão bem quanto o brasileiro. Isso porque o futebol o o Brasil são igualzinhos; não tem lógica.Pátria de chuteiras:
E no oitavo dia Deus fez o Milagre Brasileiro: um país todo de jogadores e técnicos de futebol.Paz nos estádios:
Todo homem possui o sagrado direito de torcer pelo Vasco na arquibancada do Flamengo.
domingo, 13 de maio de 2012
Poema para as mães
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre
Cria teus filhos, não os entregues à creche
Creche é fria, impessoal
Nunca será um lar para teu filho
Ele é pequenino, precisa de ti
Não o desligues da tua força maternal
Que pretendes mulher?
Indepedência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles que procuras imitar
Tens o dom divino de ser mãe
Em ti está presente a humanidade
Mulher, não deixes castrarSerás um animal somente de prazer e às vezes nem mais isso
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar
Tumultuada, fugindo ser o que não és
Roendo o teu osso negro da amargura.
A humanidade se renova no teu ventre
Cria teus filhos, não os entregues à creche
Creche é fria, impessoal
Nunca será um lar para teu filho
Ele é pequenino, precisa de ti
Não o desligues da tua força maternal
Que pretendes mulher?
Indepedência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles que procuras imitar
Tens o dom divino de ser mãe
Em ti está presente a humanidade
Mulher, não deixes castrarSerás um animal somente de prazer e às vezes nem mais isso
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar
Tumultuada, fugindo ser o que não és
Roendo o teu osso negro da amargura.
(Cora Coralina)
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A Poesia é para Comer nas livrarias do Brasil
Reproduzindo op texto do blog de Cesar Giobbi sobre este esplendido livro. Havia perdido a minha nota (do recorte do jornal o Globo daquele dia):
A editora Babel anuncia o lançamento do livro A Poesia é para Comer – Iguarias para o Corpo e para o Espírito (264 págs.), da escritora portuguesa Ana Vidal. O livro reúne receitas de chefs, como Claude Troisgros, Roberta Dudbrack, Alex Atala e Carla Pernambuco, ilustradas por obras de importantes artistas plásticos, como Portinari, Amilcar de Castro, Vik Muniz, Tomie Ohtake e Ligia Clark, e permeada por textos de poetas de países de língua portuguesa, como Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa e Ferreira Gullar.
Os poemas escolhidos têm pelo menos uma referência culinária que deram origem a uma receita elaborada por um dos 49 chefs que participam do livro. O critério para a seleção dos artistas plásticos, cujas obras ilustram as receitas, foi o mesmo que para os poetas e chefs: os países de língua portuguesa como nacionalidade.
A Poesia é Para Comer está dividido em seis capítulos, cada qual com sua especialidade. No primeiro, Prelúdios Inspirados, estão as entradas. No Boas Companhias, são apresentados os acompanhamentos; Presentes do Mar, são os peixes. Prazeres da Carne mistura doces e salgados que fazem bem à alma; em Finais Felizes, estão as sobremesas e em Nectares dos Deuses, as bebibas. Em seu texto de apresentação, José Avilez diz que o livro é um “encontro emocionante de palavras, texturas e sabores”.
A editora Babel anuncia o lançamento do livro A Poesia é para Comer – Iguarias para o Corpo e para o Espírito (264 págs.), da escritora portuguesa Ana Vidal. O livro reúne receitas de chefs, como Claude Troisgros, Roberta Dudbrack, Alex Atala e Carla Pernambuco, ilustradas por obras de importantes artistas plásticos, como Portinari, Amilcar de Castro, Vik Muniz, Tomie Ohtake e Ligia Clark, e permeada por textos de poetas de países de língua portuguesa, como Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa e Ferreira Gullar.
Os poemas escolhidos têm pelo menos uma referência culinária que deram origem a uma receita elaborada por um dos 49 chefs que participam do livro. O critério para a seleção dos artistas plásticos, cujas obras ilustram as receitas, foi o mesmo que para os poetas e chefs: os países de língua portuguesa como nacionalidade.
A Poesia é Para Comer está dividido em seis capítulos, cada qual com sua especialidade. No primeiro, Prelúdios Inspirados, estão as entradas. No Boas Companhias, são apresentados os acompanhamentos; Presentes do Mar, são os peixes. Prazeres da Carne mistura doces e salgados que fazem bem à alma; em Finais Felizes, estão as sobremesas e em Nectares dos Deuses, as bebibas. Em seu texto de apresentação, José Avilez diz que o livro é um “encontro emocionante de palavras, texturas e sabores”.
terça-feira, 6 de março de 2012
Livros em idiomas galego e asturiano
Hoje a Raposa Preppie traz duas preciosidades dentre os escolhidos na Literatura gelega e asturiana. Em outra oportunidade falaremos sobre esses idiomas e suas literaturas.
A galiña azul, de Carlos Casares, foi um livro com que milhares decrianças e idosos se introduziram na literatura infantil no idioma galego.
Publicado pela primeira vez em 1968, neste livro o narrador vai recordando de uma menina amiga, Ana, alguns episódios vividos por ela na infância, entre os quais destacam-se as histórias de Leoncio, o inventor da bomba da Felicidade e do "papaya", uma língua para falar com os pássaros. É claro que o personagem central é a Galinha Azul, a que quer matar Manolito Ripas porque, segundo diz, uma galinha que em vez de dizer cacaracá diz cocorocó e que tem cinco penas encarnadas na direita, "não é uma galinha como é devido" .
Este livro histórico sobre sidra está escrito na língua asturiana, que é mais inusitado: é a primeira que recebemos nesta língua na Raposa Preppie, onde pode ser entendida que o asturiano tem as mesmas raízes da língua castelhana. A pesquisa no livro é muito detalhado, com ilustrações muito históricos, e uma bibliografia grande.
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