nenhum inverno nem verão.
Nem um dia se repete,
Hoje que estamos juntos,
Sorridentes, abraçados
Don Isaac Abravanel (1437-1508) foi um dos grandes inventores da modernidade judaica. Um comerciante, banqueiro e financista da corte, um estudioso versado em escritos judaicos e cristãos, um pregador e exegeta, um ator político proeminente em comitivas reais e comunidades judaicas, Abravanel foi um dos maiores líderes e pensadores do judaísmo ibérico no rescaldo da expulsão de 1492. Este livro, a primeira nova biografia intelectual de Abravanel em vinte anos, descreve sua vida em três ambientes culturais - Portugal, Castela e Itália pós-expulsão - e analisa suas principais realizações literárias em cada período. Abravanel era um tradicionalista com ideias inovadoras, um homem com um pé na Idade Média e outro no Renascimento. Estudioso erudito, autor de uma obra exegética monumental que ainda hoje se estuda, e ávido colecionador de livros, foi uma figura de transição, definida por uma época de contradições. No entanto, são essas mesmas contradições que o tornam uma personalidade tão importante para a compreensão do alvorecer da modernidade judaica.
Esse livro só existe em inglês.
Você sabia que Sílvio Santos é o nome artístico de Senor Abravanel, filho de um casal de imigrantes sefarditas otomanos. A família Abravanel é um dos mais antigos e destacados clãs judeus e já constava como uma das famílias mais importantes da Península Ibérica desde a Baixa Idade Média.
Sílvio Santos é decaneto de Isaac Abravanel — o mais célebre patriarca da família, que alegava descender do bíblico Rei Davi. Estadista e fnancista, Isaac prestou serviços à coroa portuguesa e ajudou a financiar as Grandes Navegações e a colonização das Américas.
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| Placa em homenagem a Isaac Abravanel |
Perseguidos após a promulgação do Decreto de Alhambra, os Abravanel se espalharam pelo mundo, mas o peso da origem nobre do sobrenome os acompanharia. Em Tessalônica, o sobrenome virou parte um adágio ladino indicativo de status: "basta dizer que meu nome é Abravanel".
Sílvio Santos, entretanto, julgaria mais prudente escamotear a origem aristocrática da família sob um nome artístico popular - estratégia condizente com o mito do "self-made man", o homem humilde que perseverou e enriqueceu através do trabalho.
O Rococó foi um movimento artístico, surgiu na França no século XVIII, se estendendo até meados de 1789, ano em que houve a Revolução Francesa. Abrangia vários segmentos como a música, arquitetura, escultura e pintura. Também esteve presente no vestuário, onde eram comuns entre os homens, calças até o joelho com meias brancas por baixo, além do uso de colete e casaca, já as mulheres usavam vestidos com grande volume lateral. Era frequente também o uso de bordados, renda e laços, além de perucas.
Em um dia como este, no ano de 1826, era publicado o livro “O Último dos Moicanos”, de James Fennimore Cooper, considerado um dos responsáveis pela tradição literária dos Estados Unidos. Cooper publicou muitas histórias que tratam da formação do povo dos EUA, brancos de origem britânica, em constante conflito com os nativos e os franceses. A trama do livro combina heroísmo e romance com uma crítica poderosa da destruição da natureza e da tradição. No cenário, estão as lutas entre americanos, franceses e índios, em 1757, no que ficou conhecido como a Guerra dos Sete Anos. A obra já foi adaptada ao cinema e à TV em várias ocasiões. #HojeNaHistória