domingo, 5 de março de 2017

Martinho Lutero e seu Magnificat

Martinho Lutero
Foi uma surpresa quando hoje estava na Livraria Cultura no Rio de Janeiro procurando um livros de Tomás de Aquino e seu Comentário a Tessalonicenses quando encontro um Magnificat publicado por Martinho Lutero. Quando imaginemos que o Magnificat é uma obra católica editada após o período da excumunhão de seu autor devido a não retratação de suas 95 Teses atentando contra a doutrina católica. Para aprofundarmos o assunto, A Raposa Preppie apresenta dois textos da wikipédia abordando o tema de nosso blog:
Martinho Lutero, em alemão: Martin Luther (Eisleben, 10 de novembro de 1483 — Eisleben, 18 de fevereiro de 1546), foi um monge agostiniano e professor de teologia germânico que tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante. Levantou-se veementemente contra diversos dogmas do catolicismo romano, contestando sobretudo a doutrina de que o perdão de Deus poderia ser adquirido pelo comércio das indulgências. Essa discordância inicial resultou na publicação de suas famosas 95 Teses em 1517, em um contexto de conflito aberto contra o vendedor de indulgências Johann Tetzel. Sua recusa em retratar-se de seus escritos, a pedido do Papa Leão X em 1520 e do imperador Carlos V na Dieta de Worms em 1521, resultou em sua excomunhão da Igreja Romana e em sua condenação como um fora-da-lei pelo imperador do Sacro Império Romano Germânico.
Por sua vez,
O Magnificat de Lutero
Magnificat (também conhecida como Canção de Maria ou Canto de Maria) é um cântico entoado (ou recitado) frequentemente na liturgia dos serviços eclesiásticos cristãos. O texto do cântico vem diretamente do Evangelho segundo Lucas (Lucas 1:46-55) onde é recitado pela Virgem Maria na ocasião da Visitação de sua prima Isabel. Na narrativa, após Maria saudar Isabel, que está grávida com aquele que será conhecido como João Batista, a criança se mexe dentro do útero de Isabel. Quando esta louva Maria por sua fé, Maria entoa o Magnificat como resposta.
Pensar em Lutero em ter escrito o Magnificat causa maior surpresa ainda quando confrontamos alguns comentários preferidos por ele.


sábado, 7 de janeiro de 2017

A Morte das Universidades sob o governo Coxinha

INTERTEXTO (uma adaptação do poema do Bertolt Brecht)"Primeiro fecharam arquitetura na UFRJ
Mas não me importei com isso
Eu não estudava arquitetura

Em seguida, fecharam os cursos de ciências humanas e sociais na UFRJ
Mas não me importei com isso
Eu também não fazia curso de ciências humanas e sociais

Depois fecharam os cursos de ciências contábeis na UFRJ
Mas não me importei com isso
Porque eu não fazia ciências contábeis

Depois fecharam os cursos de ciências da natureza na UFRJ
Mas como ainda tenho meu curso de direito, engenharia ou medicina na UFRJ
Também não me importei

Agora estão fechando a universidade, depois de fechar todos os seus cursos
Mas já é tarde.
Como sempre bati panela, fui massa de manobra e fui burro feito uma topeira
agora tenho que provar do meu próprio veneno"

Essa adaptação é uma homenagem sincera aos coxinhas. Pois, sem sua burrice e talento nato para servir de massa de manobra de políticos que só ajudaram aos ricos, nada disso seria possível.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Sobre a misoginia surgida todo ano de feminazis para atacar livro de humor

Detesto começar o ano com polêmica mas é dever d'A Raposa Preppie discutir assuntos ligados ao interesse dos leitores. Então, vamos conhecer a polêmica com a edição do livro "Piadas sobre Meninas" da V&R Editoras.

O livro “Piadas sobre meninas (para os meninos lerem)”, publicado pela V&R Editoras Brasil, foi alvo de críticas de internautas nas redes sociais nesta quarta-feira, que acusam a publicação de misógina e machista. A polêmica surgiu após uma internauta, indignada, divulgar imagens do livro no Facebook. Em 20 horas, o post teve mais de 2.200 compartilhamentos. 

Uma das piadas do livro.
“Por que a Estátua da Liberdade é mulher? Porque precisavam de uma cabeça oca para colocar o mirante”, diz uma das "gracinhas" compartilhadas. Em outro trecho, o autor questiona “por que [as meninas] fazem tantas piadas bestas?“ - “para que as meninas entendam”, diz a resposta. “Se você que é menino quer tirar um sarro daquelas meninas chatas e frescas, confira aqui uma incrível seleção de piadas sobre elas! Você vai morrer de dar risada”, promete a sinopse do livro, escrito por Paul Hassada.

Mais polêmica ainda...
A página da V&R Editoras no Facebook também recebeu uma enxurrada de manifestações de repúdio ao livro. “Bastante triste ver este tipo de conteúdo sendo comercializado”, escreveu um internauta. “Vocês deveriam ter vergonha de publicar um livro desses”, disse outra pessoa.

A editora também publicou uma versão do livro voltado para meninas, “Piadas sobre meninos (para meninas lerem)”, escrito por Lia C. Moffa e publicado em 2009. “Para mim, é tão errado quanto!”, defendeu uma internauta no Facebook. “Os dois livros são um nojo só que não podemos aceitar aqui! (...) só fortalecendo a desigualdade dos sexos e a designação de características falsas sobre cada um”, escreveu outro.

Em nota, a V&R Editoras informou que os livros foram descontinuados em 2010 e não fazem mais parte do catálogo da editora. Desde então, a empresa não publica, distribui, comercializa ou divulga estes títulos. (Jornal Extra, 11/11/2015)
 
Essa foi a resposta da V&R Editoras sobre o caráter machista do livro "Piadas sobre Meninas", da V&R Editoras, muitas sem saber que existia outro livro da série chamada "Piadas sobre Meninos".
Comunicado no Facebook da editora
Olá, leitores e leitoras!
Nos últimos dias, temos recebido diversas mensagens de leitores questionando sobre a publicação dos livros Piadas sobre Meninas e Piadas sobre Meninos. Esses livros, assim como toda a coleção de Piadas, não fazem mais parte do nosso catálogo e foram descontinuados em 2010.
Há seis anos, a V&R Editoras não publica, distribui, comercializa ou divulga os títulos mencionados acima. Os títulos que ainda estão no mercado serão recolhidos e tirados de circulação.
Estando cientes da qualidade duvidosa do conteúdo, lamentamos sinceramente que esses livros tenham sido publicados no passado. A editora reforça seu compromisso ético de publicar obras que não estimulem qualquer tipo de ação discriminatória.
Por fim, agradecemos aos leitores e leitoras pela troca de ideias, e estamos sempre abertos ao diálogo.
Atenciosamente,
V&R Editoras
O livro em questão.
Esse livro já foi tirado de circulação há um tempo. Algumas mulheres que acompanharam a discussão e também chegaram a compartilhar só depois de trilhões de comentários, descobriam que o livro em questão era uma edição antiga e estava fora de circulação. A editora se retratou, pedindo desculpas e explicando.
Entretanto, esse tipo de ataques feitos todo ano só é realizado por feminazis que insistem em criar polêmicas a coisas sem dar uma justificativa valida. Li o tal livro e nem tem boas piadas, além disso, essa edição é uma tradução do original argentino da mesma editora de Buenos Aires.
Mas a crítica ainda é válida, esse livro não existe mais, mas o machismo continua aí! Desde em tirinhas infantis até como motivador de uma grande chacina como a de Campinas.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A maior burrice realizada pelos ingleses

Os ingleses introduziram o coelho na Austrália. Como não tinham predadores, cresceram exponencialmente. Então, os ingleses resolveram introduzir o inimigo natural do coelho... a raposa, para que elas caçassem coelhos. Infelizmente, as raposas só marginalmente caçaram coelhos, encontram muitas outras presas autóctones mais fáceis de caçar.


Daí o resultado...
A raposa vermelha colocou em perigo e contribuiu para a extinção de uma miríade de espécies nativas australianas depois que foi introduzida na década de 1870. Mas o causador de tuda essa desgraça não é justamente o homem?

Um monte de raposas mortas e os coelhos agradecem.

sábado, 19 de novembro de 2016

Coincidências macabras entre Abraham Lincoln e Jonh Kennedy

Já perceberam essas ligações entre Abraham Lincoln e John Kennedy? A anos tem gente tentando sempre entender o que pode ser apenas coincidências muito macabras.

Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.
Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito presidente em 1960.
Os nomes Lincoln e Kennedy têm sete letras.
Ambos estavam comprometidos na defesa dos direitos civis.
As esposas de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca.
Ambos os presidentes estavam preocupados com os problemas dos negros norte-americanos.
Ambos os presidentes foram baleados numa sexta-feira.
Ambos os presidentes foram assassinados com um disparo na cabeça.
Ambos os presidentes foram assassinados na presença da esposa.
A secretária de Lincoln chamava-se Kennedy e lhe disse para não ir ao teatro
A secretária de Kennedy chamava-se Lincoln e ela avisou a ele para não ir a Dallas
Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas.
Ambos os presidentes foram sucedidos por sulistas.
Ambos os sucessores chamavam-se Johnson.
Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.
Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus três nomes.
Os nomes de ambos os assassinos têm quinze letras.
Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado num depósito.
Oswald saiu correndo de um depósito e foi apanhado num cinema.
Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento.
O assassinato de Kennedy foi filmado por um homem chamado Abraham
O teatro de Ford era propriedade de um homem chamado John.
Lincoln foi morto no Teatro Ford.
Kennedy foi morto num carro Ford, modelo Lincoln.
Lincoln foi membro da câmara dos representantes de Illinois em 1847, Kennedy foi membro da câmara dos representantes de Massachussets em 1947

domingo, 6 de novembro de 2016

Resenha de Doctor Who - Quando cair o verão e outras histórias

'Doctor Who - Quando cair o verão e outras histórias' é um livro de contos inspirados em episódios da série britânica Doctor Who. A obra reúne três contos - Quando cair o verão, de Amelia Williams; O Beijo do Anjo, de Melody Malone; e O Demônio na fumaça, narrado pelo Sr. Justin Richards. O livro traz ainda uma rara entrevista com Amelia Williams, a reclusa autora de A garota que nunca cresceu, e uma nova introdução escrita por ela. Inspirado no episódio The Bells of Saint John.
 
Quando cair o verão narra a história da jovem Kate, que passa suas férias na vila litorânea de Watchcombe e está determinada a aproveitar ao máximo sua última semana de folga. No entanto, ao descobrir uma misteriosa pintura chamada 'O Senhor do Inverno', ela viverá aventuras que jamais poderia ter imaginado. 
 
Em O Beijo do Anjo, inspirado em The Angels Take Manhattan, a detetive particular Melody Malone recebe uma visita inesperada - o astro de cinema Rock Railton. Ele acredita que alguém quer matá-lo e, quando menciona 'o beijo do anjo', Melody aceita o caso. E com o passar do tempo, a detetive logo descobre que o preço da fama é maior do que ela poderia imaginar. 
 
Narrado por Justin Richards e inspirado pelo episódio The Snowmen, O Demônio na fumaça, é um thriller no qual dois garotinhos, cansados de limpar a neve do pátio do orfanato, decidem fazer um boneco de neve - e se deparam com um mistério brutal. Fascinados e horrorizados, testemunham quando o boneco de neve começa a sangrar. A busca por respostas levará Harry, um dos meninos, à aventura mais perigosa e empolgante de sua vida.

sábado, 8 de outubro de 2016

A Saúde de um carteiro como a saúde de qualquer profissional

O livro Saúde e Trabalho nos Correios organizado pelo médico do trabalho Dr. Drumond que atua em São Paulo, é uma importante contribuição pela aposentadoria especial para os funcionários dos Correios (carteiros e OTT). O livro foi baseado na Lei 307 e 308/2013 do Dep. Federal Protógenes Queiroz.